QUANDO ÉRAMOS ÓRFÃOS - KASUO ISHIGURO
Sinopse :
Quando éramos órfãos marca a volta de Kazuo Ishiguro à ficção, depois de um silêncio de cinco anos. Com sutileza temperada por um humor fino e certeiro, o autor de Os vestígios do dia escreve sobre o poder do passado de determinar, para o bem ou para o mal, o presente das pessoas. Christopher Banks, um garoto inglês nascido na Xangai do início do século, fica órfão aos nove anos de idade, quando seus pais desaparecem misteriosamente. De volta à Inglaterra, torna-se um detetive de renome e circula nos meios mais refinados. Vinte anos depois, Banks resolve rever Xangai - agora palco da guerra sangrenta entre China e Japão. A partir desse momento, sua busca pelos pais passa a confundir-se com a busca pela ordem num mundo órfão, vitimado pela sombra.Envolvente, a narrativa ganha ritmo de trama policial na voz controlada e minuciosa do protagonista. A aparente frieza do relato, entretanto, não esconde o que Christopher Banks não quer ou não pode ver: que sua memória, sua visão de mundo, não estão imunes às tragédias da infância. No vaivém das reminiscências, o lirismo colide dolorosamente com a matéria dura da realidade.
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
domingo, 18 de agosto de 2019
ARTE COMO TERAPIA - ALAIN DE BOTTON E JOHN ARMSTRONG
Sinopse :
Muito se discute sobre o que é a arte. Em meio a incontáveis definições e teorias, uma questão essencial acaba ficando em segundo plano, talvez por provocar algum constrangimento: para que ela serve?
Para Alain de Botton e John Armstrong, essa pergunta nada tem de vergonhosa. Os dois defendem que a arte cumpre um propósito muito maior do que a transmissão de valores ou ideias — ela pode nos ajudar em nossos dilemas mais íntimos e cotidianos. Por que nosso emprego não nos satisfaz plenamente? Por que todo mundo parece ter uma vida mais interessante do que a nossa? Como podemos ter relacionamentos melhores? Por que a política é tão deprimente?
"Arte como terapia" sugere uma nova maneira de se interpretar a arte: ela tem qualidades terapêuticas e é capaz de oferecer soluções fascinantes para as angústias do dia a dia.
Sinopse :
Muito se discute sobre o que é a arte. Em meio a incontáveis definições e teorias, uma questão essencial acaba ficando em segundo plano, talvez por provocar algum constrangimento: para que ela serve?
Para Alain de Botton e John Armstrong, essa pergunta nada tem de vergonhosa. Os dois defendem que a arte cumpre um propósito muito maior do que a transmissão de valores ou ideias — ela pode nos ajudar em nossos dilemas mais íntimos e cotidianos. Por que nosso emprego não nos satisfaz plenamente? Por que todo mundo parece ter uma vida mais interessante do que a nossa? Como podemos ter relacionamentos melhores? Por que a política é tão deprimente?
"Arte como terapia" sugere uma nova maneira de se interpretar a arte: ela tem qualidades terapêuticas e é capaz de oferecer soluções fascinantes para as angústias do dia a dia.
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