segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

 A GUERRA NAO TEM ROSTO DE MULHER - SVETLANA ALEKSIÉVITCH


SINOPSE :


A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino - soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente. É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Alexiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.














segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

AUTOBIOGRAFIA : O MUNDO DE ONTEM - STEFAN ZWEIG

Sinopse :

Como austríaco, judeu, escritor, humanista e pacifista Stefan Zweig esteve sempre onde os incontáveis abalos que atingiram seu tempo se fizeram sentir de maneira mais violenta. Concluídas às vésperas de seu suicídio em 1942, estas memórias têm como protagonista não apenas o escritor, mas também sua geração e o mundo que ela foi a última a conhecer. Com a lucidez habitual e uma dose extra de emoção, Zweig nos oferece aqui um vívido retrato sociopolítico de seu tempo - e um guia para se entender o presente e perceber os contornos do futuro. Da juventude em Viena à fuga para o exílio no Brasil, o derradeiro, escreve de memória e de coração, num intenso exercício de reconstrução, análise e alerta. Em suas próprias palavras, e com a prosa envolvente de sempre, temos aqui Stefan Zweig, sem mediações ou intérpretes, no melhor dos perfis que escreveu.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

TOALHINHA DE CROCHE - 07
Receita nesta página : 

https://www.youtube.com/watch?v=VpxMDDAQRgA


domingo, 8 de janeiro de 2017

AMOR DE PERDIÇÃO - CAMILO CASTELO BRANCO  


SINOPSE

O livro foi publicado simultaneamente ao processo que o autor sofreu pelo seu romance com uma mulher casada, em 1862. O autor retrata uma sociedade preconceituosa, onde o amor se transforma em desespero e morte, arrancando-nos da vida e lançando-nos nos mais cruéis abismos da dúvida e da solidão.


domingo, 1 de janeiro de 2017

ESPERANÇA - MARIO QUINTANA

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...


FELIZ 2017!!!!